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Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 11h55
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Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 11h23
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Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 11h14
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Minha busca constante... é te procurar, te encontrei mas mesmo assim caminho sem destino... quem sabe um dia meu amor... nesta busca eu te encontre de braços abertos... nem que seja pra te dar o meu ultimo beijo...... TE AMO

Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 10h37
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Hoje estou só. Uma lágrima rola devagarinho E chega aos lábios... amarga e não mais salgada.
E a noite corre veloz Mas eu estou quieto. No meio de minha solidão, lendo poesias que a outros encantam mas a mim, só saudade...
Saudade que cresce como uma bola de neve E não se dissolve, trazendo consigo a saudade latente, a falta sentida.
É o castigo sereno da saudade infinita, do sonho sonhado dos corpos molhados com o seu jeito de querer... sonhar eu sonhei e eu sinto você na fala dos corpos, na magia dos amantes que me faz lembrar o prazer dos sentidos e a tua falta me dói.
E aquela lágrima perdida, num repente se seca nos beijos sonhados que jamais foram dados. E nos sons da madrugada, eu sigo calado, sozinho ... sozinho e perdido..
Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 18h42
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| Você é assim um sonho pra mim e quando eu não te vejo eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito eu gosto de você e gosto de ficar com você meu riso é tão feliz contigo o meu melhor amigo é o meu amor e a gente canta e a gente dança e a gente não se cansa de ser criança a gente brinca na nossa velha infância seus olhos meu clarão me guiam dentro da escuridão seus pés me abrem o caminho eu sigo e nunca me sinto só Você é assim um sonho pra mim quero te encher de beijos eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito eu gosto de você e gosto de ficar com você meu riso é tão feliz contigo o meu melhor amigo é o teu amor e a gente canta e a gente dança e a gente não se cansa de ser criança a gente brinca na nossa velha infância.... |
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Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 18h42
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Como fosse um par, Que nessa valsa triste Se desenvolvesse ao som dos bandolins, E como não, e porque não dizer, Que o mundo respirava mais Se ela apertava assim Seu colo, e como se não fosse o tempo Em que já fosse impróprio se dançar assim, Ela teimou e enfrentou o mundo Se rodopiando ao som dos bandolins. Como se fosse um lar, Seu corpo a valsa triste iluminava E a noite caminhava assim. E como um par O vento e a madrugada iluminavam A fada do meu botequim. Valsando como valsa uma criança que entra na roda, A noite tá no fim, Ela valsando só na madrugada Se julgando amada ao som dos bandolins. *ESSA E MINHA MUSICA ISRAEL* ,
Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 13h00
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Escrito por ¬¬¬espirro¬¬¬
às 12h45
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